Sem mandato, deputado terá que mudar de Estado e até de nome
O deputado federal Luís Couto (PT) declarou nesta segunda-feira (17) que se sente ameaçado de morte e que caso não saia vencedor deste processo eleitoral no qual concorre a nova vaga na câmara federal terá duas alternativas: solicitar à polícia proteção pessoal como cidadão comum ou passar a viver anonimamente noutro Estado.
Segundo a Assessoria de Imprensa do parlamentar, Luís Couto vive sob proteção da Polícia Federal há muitos anos. Isso ocorre em virtude das inúmeras denúncias feitas por Luís a respeito da existência de grupos de extermínio na Paraíba, exploração infanto-juvenil, tráfico de remédios, dentre outras questões polêmicas.
A candidatura de Couto, de acordo com a Assessoria de Imprensa do deputado, pode ser ameaçada pelos próprios companheiros de partido que se apresentaram junto ao TRE como candidatos a deputado federal.
Com isso, segundo a Assessoria de Luís, é colocada em risco a chance de o partido garantir uma vaga na Câmara. “A candidatura de outros nomes divide as intenções de voto dos filiados do PT, ao invés de somar em torno de um só nome”, avalia. Patrícia Braz, da Redação http://www.portalcorreio.com.br/capa/?p=noticias&id=16481
Escrito por SILVA às 08h47
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Luiz Couto compartilha alegria com a comunidade de Mandacaru
O deputado Luiz Couto compartilha com o povo, com as lideranças e os membros da Associação dos Moradores de Mandacaru a alegria de ter suas reivindicações atendidas pelo prefeito Ricardo Coutinho (PSB) e pelo Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), através de ações compartilhadas e com o apoio dos deputados federais da base de sustentação do Governo Federal. O anuncio foi feito nesta quinta-feira (13) , no bairro de Mandacaru em clima de festa.
Procurando sempre ouvir as reivindicações da população, o deputado federal Luiz Couto se empenhou em todo o seu mandato na Câmara Federal em trazer verbas para o estado da Paraíba. Para João Pessoa, se esforçou no sentido de que as emendas de bancada e individuais tivessem a finalidade de cumprir o papel de inclusão social e de melhoria das comunidades. Por isso, através de seu trabalho, a população de Mandacaru está sendo beneficiada com a implantação e ampliação dos sistemas de limpeza pública, acolhimento, coleta, disposição final e tratamento de resíduos sólidos urbanos, devido uma verba de R$ 81.000,00 destinada ao CONDIAM/PB (Conselho de Desenvolvimento Intermunicipal da área metropolitana de João Pessoa).
Além disso, o deputado federal Luiz Couto destinou uma verba de R$ 130.000,00 à implantação, aparelhamento e adequação de unidades de saúde do SUS no Hospital Padre Zé. Uma de suas emendas individuais enviou R$ 100.000,00 para a elaboração e implantação de projetos de inclusão digital, a serem executados pela Prefeitura Municipal de João Pessoa, nos bairros de Mandacaru e Mangabeira.
O empenho do deputado se deu, não somente através de suas emendas individuais, mas, através da apresentação de emendas de bancada e de projetos apresentados pelas prefeituras, que teve seu total apoio para a liberação de verbas do Governo Federal em favor dos municípios e instituições sérias do estado da Paraíba. Luiz Couto lutou para que recursos na ordem de R$ 5.871.254,00 fossem destinados em benefício à Educação de toda comunidade paraibana, através da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), sendo que R$ 490.000,00 foram através de emendas individuais do deputado.
Fonte: www.luizcouto.com
Escrito por SILVA às 09h22
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Nunca teve homem tão comprometido com o social como Lula, diz Alencar
O vice-presidente José Alencer aproveitou o jantar de lançamento da campanha à reeleição, ontem (13), para justificar por que aceitou o convite de disputar novamente o cargo. “Nunca teve nem nunca terá um homem tão responsável com a questão social como esse [Lula]. É por isso que estou aqui de novo", disse Alencar. “Não estamos habituados com sapato alto, mas com o trabalho. Não vamos ganhar de véspera, não”, acrescentou, em referência a pesquisas favoráveis à coligação “A Força do Povo”.
Ele explicou que não ingressou na vida pública senão para deixar uma contribuição oriunda de sua experiência pessoal. Ele contou que acompanhou de perto a experiência de muitos governos, inclusive de Juscelino Kubistchek, que é considerado exemplar. Por ter conhecido JK ainda na campanha para o governo de Minas Gerais, Alencar é questionado em termos de comparações. “Fala-se muito de distribuição de renda no Brasil. Em 1956 um saco de arroz de 60 quilos custava 600 cruzeiros. O salário mínimo era de 1200 cruzeiros. Dava para comprar 120 quilos. Hoje, o salário mínimo no governo Lula dá para comprar 350 quilos de arroz”, comparou.
Ele explicou ainda que essa valorização do poder de compra do mínimo não se deu apenas pelo reajuste acima da inflação, mas também porque acabou com a inflação. “Eu brigo porque o governo não fez nada contra essas taxas de juros exageradas, mas o Lula sempre fala comigo: Alencar vamos arrumar a casa primeiro, há um tempo para cada coisa”, contou.
Ele mencionou, então, os índices que assombravam o Brasil antes do governo Lula. A taxa de juros que é 15% era de 25%. A inflação acenava para 20% ao ano, e esse ano “pode nem chegar a 3%”. “Nunca houve, nos últimos 50 anos, um trabalho com essa seriedade ao lado dessa sensibilidade social inigualável do governo Lula”, voltou a comparar, citando também o impacto de outros programas sociais na vida das pessoas mais pobres.
Cezar Xavier, do Portal do PT
Escrito por SILVA às 09h15
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Eu tenho medo do PFL
Eu tenho medo do PSDB
Eu tenho medo de Alckmin
Eu tenho medo do Serra
 
Sai AlcKmin. Entra Lembo. Saí Serra. Entra Kassab "Em São Paulo é assim: você vota no PSDB, elege o PFL e é governado pelo PCC"
por Helena http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
Escrito por SILVA às 09h13
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Manobra de ligar PT ao PCC é a mesma do seqüestro de Diniz
O presidente do PT, Ricardo Berzoini, comparou as acusações de vinculação entre o seu partido e a organização criminosa PCC, feitas pelo senador Jorge Bornhausen, presidente do PFL, e também pelo candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, ao caso envolvendo o seqüestro do empresário Abílio Diniz nas eleições de 1989.
"A manobra usada naquele ano, de ligar o PT aos seqüestradores, é a mesma que tenta jogar no colo do PT a crise de segurança pública, que é responsabilidade do PSDB e do PFL no Estado", afirmou Berzoini. Ele disse, no entanto, que o PT não vai cair na armadilha de reduzir a campanha eleitoral à questão da segurança. O PT de São Paulo protocolou notícia-crime contra Serra na Justiça Eleitoral e, no âmbito nacional, o partido deve fazer o mesmo contra Bornhausen na semana que vem.
O PT estuda entrar também com a mesma ação judicial contra o candidato a vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB-SP) à Presidência da República, senador José Jorge (PFL-PE). O senador sugeriu, na última quinta-feira, que há interesses eleitorais por trás dos atentados praticados em São Paulo pelo PCC, embora não tenha vinculado diretamente as ações criminosas ao PT. Ricardo Berzoini aproveitou a oportunidade para lembrar que é o presidente do PFL. "O senador Bornhausen, que tem vínculos históricos com o período ditatorial deste país, devia pensar duas vezes antes de falar uma bobagem com esta", disse.
Serra
O presidente petista também desafiou o senador a apresentar provas do que disse e relacionou Bornhausen ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Bornhausen é representante do Fernando Henrique Cardoso; resta saber quem é porta-voz de quem", disse. Berzoini lembrou ainda o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pela crise de São Paulo. "A política de segurança pública depende de reverter a tragédia social do período FHC, que aumentou em 40% o desemprego", afirmou.
Sobre as declarações de José Serra de que não existe base jurídica para a notícia-crime protocolada pelo PT contra ele e que não há problema nenhum em se levantar a possibilidade de investigação sobre algum assunto, Berzoini disse que "isso mostra leviandade". "O candidato José Serra dá o direito de qualquer adversário levantar denúncias contra ele também. Mas como ele não tem palavra, pois prometeu ficar quatro anos na prefeitura e ficou apenas dois, a gente não tem que levar a sério", afirmou.
Com agências http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=5221
Escrito por SILVA às 09h11
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Folha Imagem
Investigação realizada pelo Ministério Público comprovou o desvio de dinheiro público num núcleo de pesquisas da USP. O caso é antigo. Vinha sendo apurado desde 99, depois de ter sido noticiado pela Folha. Mas só no último dia 9 de junho o procurador da República Pedro Antonio de Oliveira Machado protocolou a denúncia na Justiça Federal.
A acusação envolve o Napio (Núcleo de Apoio e Pesquisas de Implante Odontológico). Começou a operar em 91, na Faculdade de Odontologia de Bauru, uma das unidades que a USP mantém no interior paulista. Embora formalmente fechado em 96, operou, na prática, até 99.
O Napio movimentou pelo menos US$ 2 milhões. Em 98 recebeu R$ 311.762,45 em convênios de dois ministérios (Saúde e Ciência e Tecnologia). É sobre esse montante, sujeito a correções, que versa a denúncia do Ministério Público. A verba destinava-se a financiar pesquisas na área de implantes odontológicos.
Mas, de acordo com a denúncia, migrou para contas particulares. Entre as irregularidades detectadas estão: ausência de licitação, uso de notas frias, sumiço de equipamentos e beneficiamento de empresas que tinham professores e amigos como sócios.
Chama-se Aguinaldo Campos Júnior o professor que gerenciava o Napio. Foi demitido após a revelação do caso pela Folha. Auditoria da própria universidade constatou que o núcleo do professor Campos Júnior andara fora dos padrões. Referiu-se assim à gestão do Napio:
“Tudo considerado, a inevitável conclusão da sindicância: essas operações caracterizaram o desvio de finalidade da verba destinada a projetos de pesquisa, sugerindo o repasse desse numerário das contas de fomento para as contas particulares ou de empresas das quais os interessados participam – desvio de dinheiro.”
Ouvido à época pela Folha, Campos Júnior disse que estava sendo vítima de “perseguição política” dentro da universidade. O Napio fora extinto sob elogios do Conselho Universitário. Só depois da exposição pública da encrenca a USP acordou. A despeito disso, a universidade não é alvo da denúncia do Ministério Público.
Procurada pelo blog, a direção da USP informou, por meio da assessoria de imprensa, que a denúncia do procurador Pedro Antonio de Oliveira Machado está sendo analisada por seu Departamento Jurídico. E não quis se manifestar. Além de Campos Júnior, o Ministério Público denunciou outras cinco pessoas (pressione aqui para ir à íntegra da ação).
A Procuradoria pede, entre outras coisas: a devolução do dinheiro desviado, a perda da função pública daqueles que eventualmente ainda a detenham e a suspensão dos direitos políticos por cinco anos.
Escrito por Josias de Souza http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/index.html
Escrito por SILVA às 09h06
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que um Boeing 707 da Força Aérea Brasileira (FAB) siga para a Turquia com a missão de buscar os brasileiros que conseguirem deixar o Líbano. De acordo com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, a expectativa é que mais brasileiros possam ser retirados daquele país por via terrestre, além dos 18 turistas que foram levados hoje em ônibus para Adana na fronteira Sul do território turco. Amorim, entretanto, reconheceu que as dificuldades para a retirada de cidadãos daquela área são crescentes e que a decisão de partida dependerá, necessariamente, da concordância desses brasileiros. O Boeing 707 fora escalado nesta semana para transportar a Adis Abeba, na Etiópia, os participantes africanos 2ª Conferência de Intelectuais da África e da Diáspora, que ocorreu entre os dias 12 e 14 em Salvador, Bahia. Deverá seguir para Istambul, caso mais brasileiros sejam retirados do Líbano nos próximos dias. O ministro Celso Amorim ainda mostrava-se abatido com a notícia da morte de quatro brasileiros de uma mesma família durante os bombardeios de Israel no Sul do Líbano e preocupado com o alastramento da "grave crise" na Faixa de Gaza para a vizinhança."É uma tragédia o que está acontecendo no Oriente Médio. É muito negativo, ameaçador para as pessoas que estão lá, para os brasileiros que morreram ainda vestindo a camisa da seleção nacional, o que agrava graficamente a tragédia para nós", afirmou. "Mas é uma tragédia para toda a região". por Helena http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
Escrito por SILVA às 09h02
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O deputado estadual Aldo Demarchi (PFL-SP) apresentou à assembléia um projeto de lei curioso, prevendo a obrigatoriedade de se incluir mel de abelhas em toda merenda escolar servida no Estado. Ele sustenta que o mel é rico em propriedades nutricionais, o que só faria bem às crianças. Diante dessas informações, um eleitor atento se perguntaria por quê, exatamente, ele especificou o mel, sendo que este produto possui os mesmos nutrientes que qualquer outro do mesmo grupo alimentar, o dos energéticos. A resposta é simples. O estado de São Paulo é o que mais produz mel no País e a região de Rio Claro, onde está a sua base eleitoral, faz parte do centro apicultor. Demarchi conta que elaborou o projeto a partir de um pedido dos próprios produtores, que alegaram estar com dificuldades para exportar. “Nossa função é atender reivindicações da população. Recebo, da mesma forma, representantes de outros segmentos que encaminham suas sugestões”, explica-se. Para agradar suas bases, vale fazer lei para alterar nome de rua, de praça e de aeroporto. Conceder título de utilidade pública, então, é de praxe. E para quê? Para que as entidades que desenvolvem trabalhos de cunho social possam se beneficiar com a dedução do imposto de renda para quem lhes fizer doações. Absolutamente nada errado – desde que tais instituições sejam, de fato, idôneas -, mas iniciativas assim acabam por burocratizar e atrasar a aprovação de projetos mais urgentes. Afinal, político que é político sempre dá um jeito de incluir essas propostas na pauta de votações e, assim, agradar a gregos e troianos. Isto É por Helena http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
Escrito por SILVA às 09h00
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A constatação da perícia da Polícia Federal de que é autêntica a assinatura do ex-diretor de Furnas Dimas Toledo na lista de repasses ilegais a candidatos na campanha de 2002 feitos através da estatal mineira não motivou a imprensa a divulgar a lista de Furnas com o nome de 156 políticos beneficiados com o caixa 2 de Furnas, conhecida desde o ano passado. A notícia de que o Instituto Nacional de Criminalística havia comprovado não haver montagem no documento e de que a assinatura de Dimas Toledo era verdadeira, apesar dos depoimentos em contrário do próprio Toledo ( diretor de Furnas de 1995 a 2005) à Polícia Federal e à CPMI dos Correios foi publicada discretamente. E ao lado de desmentidos enfáticos dos principais atingidos – os políticos do PSDB – e de acusações aos autores da denúncia e à Polícia Federal. No dia 20 de junho, logo após a divulgação do laudo do Instituto Nacional de Criminalística declarando não haver montagem na lista encabeçada pelos candidatos majoritários do PSDB – José Serra (Presidência), Geraldo Alckmin (governo de São Paulo), Aécio Neves (governo de Minas Gerais), José Aníbal (senador por São Paulo), Eduardo Azeredo (senado por MG) –, o senador Arthur Virgílio fez um irado discurso no Congresso pondo em dúvida a validade do laudo e acusando a Polícia Federal e seu superior, o ministro da Justiça, de parcialidade com motivações eleitorais. Leia [+] por Helena http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
Escrito por SILVA às 08h59
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Pegou mal a proposta sacada da manga pelo candidato do PSDB à presidência, em meio à ofensiva do terror em São Paulo. A criação de um Ministério da Segurança, apresentada por Geraldo Alckmin como plano de governo para combater a violência, é só purpurina. Como se sabe, a criação de novas estruturas burocráticas só consome a energia e os recursos que deveriam servir para fortalecer as já existentes. Ao policial federal que não pode sair em missão por falta de gasolina, não será muito estimulante ver uma nova penca de contracheques brotando em Brasília em nome da segurança. Alckmin está criando ministério com objetivo político. De quebra, avacalha seu próprio discurso de austeridade e choque fiscal, baseado justamente no corte de estruturas administrativas desnecessárias. Para completar, o encarregado da concepção do Ministério da Segurança de Alckmin é o general Alberto Cardoso. Para quem não se lembra, era o chefe do Gabinete de Segurança Institucional no governo Fernando Henrique - governo que, como também se sabe, enfatizou as reformas na área econômica e ignorou a área da segurança. Bom marqueteiro, o general Cardoso se notabilizou como o homem que encontrou as fitas do grampo no BNDES debaixo de um viaduto, uma das histórias mais criativas da crônica política nacional. Nessa toada, a imagem de seriedade administrativa de Geraldo Alckmin não resiste nem a um resfriado. Só falta ressuscitar José Gregori para o Ministério da Justiça. Aí o crime organizado estoura champanhe. por Renata F. http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
Escrito por SILVA às 08h57
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Depois da volta dos ataques do Primeiro Comando da Capital - PCC, a ópera-bufa ficou novamente por conta das explicações das autoridades formais. A cobertura da imprensa também é deprimente. Ridícula. Na entrevista coletiva do Secretário de Segurança, ele afirmou que fora uma reação ao endurecimento do regime disciplinar aos presos, que antes eles “mandavam e desmandavam”. É só reprisar. Ninguém da imprensa o interpelou para saber a partir de quando esse domínio existia, já que essas mesmas autoridades sempre negaram a existência da organização criminosa, o que levou até a alguns órgãos de imprensa não citarem o nome da sigla, já que a citação seria o maior fator de crescimento da Organização Criminosa. O que ficou cristalinamente claro é que o Primeiro Comando da Capital ataca como, quando e da forma que entender melhor, que não existe nenhuma política de segurança nem estadual nem federal, e que há mesmo é uma dominação manifestada, pois antes ela já existia, apenas não era exercida. Para preservação do bem maior, a vida, muitas pessoas além de se calarem, de não reagirem ou até de não denunciarem nada, vão ser obrigadas a determinadas ações em obediência às determinações da facção, pois como segurança dada pelo Estado para sua integridade pessoal e de suas famílias está comprovada que se restringe à própria cabeça para a descarga do PCC. E a fragilidade fica demonstrada em alguns argumentos que visam o contrário. A televisão ressalta e mostra que as pessoas não se intimidaram por estarem em bares. Isso não é demonstração de resistência, mas de resignação. Como tem que tocar a vida, aproveita-a enquanto se está vivo. Nada mais do que isso! Ou a famosa síndrome de Estocolmo. A coroação das futilidades está ganhando campo. Seria o argumento de que a solução para diminuição da violência estaria na diminuição da pena. Não se menciona que sempre saem pesquisas apontando que um percentual ínfimo de assassinatos é esclarecido. Não chega a 5% e às vezes citam até 2%. Não existe prova maior de que não é a diminuição da pena que vai resolver. Pois, melhor do que pena pequena é nenhuma pena. Outro argumento que precisa ser mudado ou extinto seria o do crime menor. José Luiz Datena, apresentador de programa policial vive repetindo que só vai para cadeia ladrão de boné, manteiga, xampu. É verdade, mas o correto seria a punição a qualquer pessoa que roubasse, especialmente quando desfrutam de profissão de fé pública, principalmente quando sua atividade se destinasse a combater crime. Apenas por essa questão relevante a pena deveria ser agravada em o dobro, o triplo. Poderia até se discutir a prisão perpétua para latrocínio, seqüestro, estupro e abandono de bebê. O boné, só como exemplo, pode ser mais relevante economicamente para um catador de papel, ou para qualquer pobre, do que um jatinho para Antonio Ermírio de Moraes. Os mesmos defensores dos “crimes pequenos” contradizem-se quando afirmam que a cadeia é a escola de formação de bandidos perigosos. Qualquer ladrão começa roubando o que pode e vai até onde permitirem. Quanto à pena, ela deve ser a maior possível, por que todo crime é injusto para a vítima, e é possível ser evitado e para isso deve trabalhar a sociedade. Já a aplicação da pena caberia ao Estado. O problema é que nossos estudiosos não estudam ou estudam pouco e as autoridades se limitando aos papéis oficiais. Quanto ao pedido de troca de secretário, é o mesmo que trocar uma banana por outra! Isto está provado com a substituição do secretário de Penitenciárias! A questão de que o Exército não pode atuar nas ruas vai se desfazer e não precisa ser guru para ter essa certeza. Caso o PCC resolva agir a partir de 29 de setembro ou o Exército age ou não haverá eleição. Alguns programas de televisão costumam perguntar a definição de algo ou alguém numa palavra. Se esta pergunta me fosse feita sobre as autoridades brasileiras. Não teria resposta... por Renata F. http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
Escrito por SILVA às 08h56
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O governo fortaleceu a Polícia Federal como forma de combater o crime. A função da PF é a apurar infrações contra bens, serviços e interesses da União, prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e o contrabando, além de exercer a função de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras. Para fortalecer a PF, o governo Lula, fez o seguinte: 1) prisão de policiais federais envolvidos em irregularidades (foram 130 prisões no governo Lula); 2) Aumento do número de funcionários da PF de 9289, em 2002, para 11.749, em 2005, representando um aumento de 26,5%. E novos concursos serão realizados para aumentar ainda mais o efetivo; 3) Aumento do orçamento destinado à PF de R$ 338 milhões, em 2002, para R$ 590 milhões em 2005, representando um aumento de 74%. Como resultado do aumento dos investimentos destinados à PF esta tornou-se muito mais efetiva no combate ao crime no governo Lula. Entre 2000/2002 a PF realizou 20 operações, prendendo 54 pessoas. Já no governo Lula, entre 2003/2005, a PF realizou 83 operações, prendendo 2961 pessoas. Portanto, o governo Lula tornou a PF muito mais forte e mais ativa do que ela jamais foi em toda a sua história. Conheça [+] ações aquipor Helena http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
Escrito por SILVA às 08h55
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Acusado de fraudar compra de veículos de saúde, prefeito de Sousa, na Paraíba, vai ser investigado por parente que integra comissão criada para apurar fraudes no Orçamento O prefeito Salomão Gadelha (PFL) é acusado pelo Ministério Púplico de ter comprado ambulâncias superfaturadas no esquema dos sanguessugas. O caso teria tudo para ser mais um entre tantos investigados. Mas, não. O prefeito é irmão do deputado Marcondes Gadelha (PSB-PB), integrante da CPI criada para apurar a roubalheira na compra de ambulâncias com dinheiro do Ministério da Saúde.O caso de Sousa deve ser olhado com atenção por dois motivos. Porque descreve o esquema dos sanguessugas em riqueza de detalhes. Além disso, traz um bônus: ao investigar pormenores da denúncia, a reportagem do Estado de Minas deparou-se com o cipoal de detalhes burocráticos na execução do Orçamento da União atrás do qual vêm se escondendo muitos dos parlamentares envolvidos com a quadrilha. Antes de tudo, o caso. No dia 5 de julho de 2002, a Prefeitura de Sousa firmou convênio com o Ministério da Saúde. Para tanto, apresentou um plano de trabalho, no qual explicava como a aquisição de três ambulâncias iria ajudar a melhorar a vida dos 65 mil habitantes. Pedia R$ 247,5 mil de dinheiro federal para comprar os veículos e prometia outros R$ 27,5 mil de contrapartida municipal. Três meses depois, a Santa Maria Comércio e Representação Ltda. venceu a licitação para fornecimento das ambulâncias. Pediu R$ 275 mil por elas. No dia 3 de outubro, a empresa emitiu em favor da prefeitura as notas fiscais número 554, 557 e 558. Nelas, formaliza a venda de um carro por R$ 110 mil, modelo mais paramentado, e dois de R$ 82,5 mil, mais simples. Todos fabricados pela Iveco, os veículos foram entregues e o prefeito--Salomão Gadelha (PFL)-- fez até festa na rua para recebê-los. Mas o Ministério da Saúde só desembolsou sua parte do dinheiro meses depois, no dia 26 de maio de 2003. A Santa Maria, precavida, deixou os carros em seu próprio nome até 29 de julho daquele ano. Apenas nesta data, seu procurador, Gerson Pereira da Silva, assinou o Documento Único de Transferência (DUT), permitindo que a Prefeitura de Sousa registrasse as ambulâncias em seu próprio nome. A Santa Maria Comércio e Representação é uma laranja da já famosa Planam, a empresa de Darci Trevisan Vedoin, cabeça da quadrilha dos sanguessugas. Gerson Pereira da Silva, denunciado à Justiça no dia 1º de junho junto com outras 80 pessoas, movimentava as contas bancárias da Santa Maria, que no papel pertence a uma empregada da família Vedoin, chamada Maria Loadir de Jesus Lara. Ao quebrar o sigilo bancário da quadrilha, a Polícia Federal encontrou uma transferência eletrônica de R$ 205 mil partindo da conta da Santa Maria no Banco do Brasil para uma conta da Iveco Latin America Ltda. mantida no ABN Amro. Isso aconteceu no dia 12 de junho de 2003, duas semanas depois de a Prefeitura de Sousa ter pago pelas ambulâncias. A operação financeira foi feita pelo mesmo Gerson Pereira da Silva que assinou o DUT dos veículos. Números 119 - É a quantidade de municípios brasileiros nos quais a Controladoria-Geral da União (CGU) encontrou indícios de irregularidades atribuídos à máfia dos sanguessugas R$ 110 milhões - É quanto o esquema de corrupção teria movimentado nos últimos cinco anos por Helena http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
Escrito por SILVA às 08h53
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Transcrevo, caro leitor, o diálogo do bandido Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, com o presidente da CPI do Tráfico de Armas, deputado Moroni Torgan (PFL-CE). A sessão de inquirição de Marcola transcorria em tom cordial. Súbito, o presidente da CPI levantou o timbre de voz. Tentava arrancar do interrogado o reconhecimento de que comanda o PCC. Acusou a facção criminosa de aproveitar-se dos presos, obrigando-os a reincidir no crime depois de libertados da cadeia, para financiar o PCC. Marcola não gostou nem do tom de voz do deputado nem das observações. E pediu respeito.
Moroni - “O que existe é uma organização criminosa.”
Marcola - “Vamos parar o grito (...).”
Moroni - “Uma organização criminosa.”
Marcola - “Vamos gritar. É isso que o senhor quer?”
Moroni - “Eu falo do jeito que eu quiser (...).”
Marcola - “Não grita, pô!”
Moroni - “Agora eu quero dizer, com todo o respeito que eu tenho pela humanidade: o PCC existe para explorar os coitados dos presos que têm que sair para a rua e trabalhar para eles. Tem que trabalhar, tem que ser criminoso. Se tu saíres, pagar tua pena, tu tens que ir para rua para ser criminoso.”
Marcola: “E o que é que os deputados fazem? Não roubam também? Roubam para car..., meu!”
Moroni - “É, isso vai ser outra coisa que tu vai ser indiciado também.”
Marcola - “Só porque deputado rouba eu vou ser indiciado?”
Moroni - “Por desacato. Disso tu vais ser indiciado.”
Marcola - “Que moral tem algum deputado para vir gritar na minha cara? Nenhuma.”
Moroni - “Todo homem de bem tem moral de falar.”
Marcola - “Mas quem disse que... Cadê o homem de bem? Todo bandido fala que é homem de bem.”
por Helena Com informações do: O Estado de S. Paulo
Escrito por SILVA às 08h52
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Medidas para ampliar o crédito habitacional estão em estudo pelo presidente Lula O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Júlio Sérgio Gomes de Almeida explicou as medidas em estudo tratam da melhoria e da ampliação do crédito de habitação Uma das principais reivindicações dos empresários do setor é a redução da burocracia. Entre janeiro a abril, somente a aplicação de recursos da caderneta de poupança em habitação somou R$ 2,389 bilhões, com aumento de 72,7% em relação a 2005. Neste período, foram financiadas 29.876 novas unidades, o que mostra alta de 71% sobre o mesmo período do ano passado, quando foram financiadas 17.466 unidades. – Uma das sugestões apresentadas pela Câmara ao governo é permitir que bancos que estejam aplicando mais que 65% dos recursos da caderneta de poupança em crédito imobiliário possam abater o excedente do compulsório. Hoje, as instituições financeiras precisam recolher compulsoriamente 20% (remunerados com TR mais 0,5% ao mês) mais 10% (remunerados pela Selic) dos recursos depositados em caderneta de poupança. Além disso, elas precisam aplicar, no mínimo, 65% do total dos recursos em crédito imobiliário. por Helena http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
Escrito por SILVA às 08h51
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